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terça-feira, 17 de maio de 2011

Ele nem sabe que eu existo...

Olá Princesas (e Príncipes) a paz de Cristo....

Hoje vim trazer um texto da Suellen (eu chamo de Suh =D) do blog Menina aos Olhos do Pai (http://meninaaosolhosdopai.blogspot.com), que é destinado principalmente para as garotas, mas rapazes que estiverem aqui no blog, é bom que vocês leiam também pra saber como se comportar com uma garota ok...

Vamos lá então, deixo vocês com a Suh agora!!!

Olá, mocinhas do Senhor! Este post é destinado às princesas amadas do Pai (sem ciúmes, meninos! Rs). 

Senti vontade de escrever sobre isso depois de várias conversas que tive com várias meninas que enfrentavam este problema. Então quis conversar este assunto com vocês.


Sabe quando você gosta de um menino e ele nem sabe que você existe???

Nossa, é complicado, não é? Quando é da mesma igreja então, nem fala! Quando se aproxima dá aquele nervoso, mas aí ele passa e te dá um “A paz do Senhor”, isto é, quando dá. A concentração se vai, o seu trabalho no Ministério não é mais o mesmo. Parece que o rapaz agora tomou um pedaço do seu coração e o culto acaba tendo outra motivação: Vou vê-lo hoje!

Mas ele parece que não te enxerga, nem vestida de ouro cravejado de diamantes. E aí que começa a situação constrangedora. A menina vai tentar “se mostrar” no bom sentido. Vai tentar fazer amizade, adiciona nas redes sociais, chama no MSN para dar apenas um “oi” e tentar ser notada. E então, tudo fica embolado.


As princesas que deveriam estar esperando, estão agindo, e isso não ajuda. É uma demonstração de falta de confiança em Deus e falta de amor próprio. Temos a necessidade de ser amadas, mas devemos enxergar que este amor não é vindo de um rapaz tão somente. É vindo de Cristo.

E o nosso coração é tão enganoso... as “paixonites”, como eu gosto de chamar estes sentimentos, estão no nosso dia-a-dia. As mulheres são mais sensíveis, então qualquer atitude de um menino acaba falando pra gente: “Eu estou gostando de você” enquanto o que o menino quis fazer é somente um gesto de educação. E muitas vezes o sentimento que parecia tão intenso desaparece do nada, assim como apareceu. É a paixonite.

Um amigo meu me disse que várias meninas já confundiram atitudes simpáticas dele com a paixão. Ele disse que várias se declararam, tendo a certeza de que ele tinha demonstrado que gostava delas de uma maneira diferente, enquanto ele só tinha sido educado. Eu infelizmente tive que concordar com ele e expliquei que as meninas eram mais sensíveis mesmo e confundiam muito. E também disse para ele tomar cuidado com o coração das meninas e não ser “simpático demais” a fim de preservá-las. Nada de querer ser o "Don Juan Gospel" (esse tipinho existe aos montes, não é?).

Mas, para você ver, nem sempre um menino que é legal com você tem o sonho de casar com você. Por isso, o esperar é fundamental. NÃO SE DECLARE! O papel do homem é de ser um guerreiro, ele que deve procurar por você. Não é você que tem que correr atrás dele. As princesas esperam pelo príncipe e ele vai ao seu encontro.

Se o rapaz gostar de você ele vai dar um jeito. Mesmo se for tímido. Ele vai falar com outras pessoas, tentar se aproximar de alguma maneira. É assim que tem que acontecer. Só assim você não se machuca nem se sente humilhada por ter se declarado a um rapaz e o seu sentimento não ser correspondido. A vergonha vai ser maior quando você passar por ele sabendo que ele já tem ciência de que você gosta dele.

O melhor a fazer diante desse turbilhão de sentimentos e dúvidas é orar. Parece resposta-clichê, mas não é! A Bíblia diz que devemos orar sem cessar. Todas as áreas da sua vida devem ser entregues a Deus, que sabe melhor sobre nós do que nós mesmas. 

"Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas."(Provérbios 3.5-6)

Eu passei por este turbilhão de emoções, principalmente na minha adolescência e início de juventude. E decidi orar, decidi entregar a Deus. Quando meu coração começava a “bater mais descompassado", eu colocava o joelho no chão e falava com Deus: Senhor, se esse rapaz for da sua vontade, faça com que ele se aproxime de mim. Se não for, tira esse sentimento do meu coração, para eu não sofrer. Não vou me humilhar, não vou correr atrás. Quero esperar em Ti. Mesmo não sabendo de nada do meu futuro, eu sei que o Senhor sabe dele. Ajuda-me a guardar o meu coração para não chorar por uma paixão não correspondida...”

“Por isso, não abram mão da confiança que vocês têm; ela será ricamente recompensada". (Hebreus 10.35)

E Deus ouvia a minha oração. Do nada, parava de gostar do menino. O sentimento ia embora e eu continuava vivendo. Mas aí que vem o X da questão: Eu entreguei mesmo. E evitei ficar alimentando o que não existia, pois já tinha feito isso outras vezes e tinha sofrido. Passei a tratar os meus amigos como IRMÃOS, não como a minha “possível bênção”. Libertei-me disso depois de muitas lágrimas derramadas.



E o Senhor recompensou grandemente a minha espera e confiança. Ele me enviou o Tiago de uma maneira tão linda e especial que eu até me emociono. O Tiago é a união de tudo que eu pensei em um esposo, as qualidades e até defeitos... rs... Ele é uma bênção na minha vida e me trata como uma princesa (que é o que eu sou, uma filha do Rei). 

Deus quer isto para você também. Ele não nos ama de maneira diferente. Ele nos ama da mesma forma. Mas, para ele trabalhar na nossa vida, nós temos que dar a autorização. Para que Deus escreva a mais linda história, temos que confiar a caneta e o livro da nossa vida nas mãos do Pai. Ele é o autor dos autores, o mais criativo que há!

Então, se ele não te dá a mínima, não se martirize, não se sinta feia, não se sinta “sem sal”. Sinta-se especial, porque Jesus está te guardando de desilusões maiores. E você só entenderá o porquê depois. Temos que confiar. Temos que deixar Jesus guiar o nosso barco. Deus tem planos lindos para nós! 

“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos”. Isaías 55:8,9


E aí Princesas o que acharam?


Espero que vocês tenham sido abençoadas com esse post, quero deixar aqui os meus agradecimentos pra Suh que me deixou postar esse texto, valeu Suh!!!

Bom Princesas do Senhor, aqui eu me despeço, até o próximo post!!!


Não deixem de comentar ok...


BjoO


Shalom Yeshua


Bruna Porto

terça-feira, 10 de maio de 2011

Como Jesus pode redimir o seu passado

Olá Princesas a paz de Cristo...


Quero primeiro pedir desculpas por ter ficado esse tempo sumida, como sempre a correria me fez desaparecer, já estava com saudades de postar aqui no Princesa da Pureza...


Bom hoje quero compartilhar com vocês um dos meus trechos preferidos do livro Eu disse Adeus ao Namoro de Joshua Harris. Através desse capítulo Deus falou muito comigo com relação a redenção dos pecados cometidos no passado, espero que Deus trabalhe no coração de vocês assim como Ele trabalhou no meu...
O capítulo é um pouquinho grande mas vale muito a pena ler ok...


Então aí vai...


Normalmente eu não compartilho os meus sonhos, mas eu gostaria de falar sobre um que mexeu muito comigo.
Como cristãos, nós “sabemos” certas coisas como “Jesus me ama” e “Cristo morreu pêlos pecadores”. Nós já ouvimos estas frases inúmeras vezes, mas a poeira da familiaridade pode ofuscar a glória destas verdades simples. Temos que tirar o pó e nos lembrar do poder que elas possuem, capaz de transformar vidas.
Um sonho que tive numa noite úmida ao visitar um pastor em Porto Rico me fez lembrar destas verdades. Ele resumia o que Jesus Cristo fez por mim e por você.
Eu o compartilho aqui, pois precisamos de nos relembrar da graça de Deus, após um capítulo sobre a importância de lutar pela pureza. Para alguns, inclusive eu, uma discussão so­bre a pureza é um exercício de remorso - ela nos lembra da nossa impureza e das vezes em que falhamos.
Talvez você tenha estragado tudo. Talvez você reflita nas ações passadas e estremeça de remorso. A pureza parece ser uma causa perdida. Este sonho, chamado de “O Quarto”, é dedicado a você.
Naquele estado entre estar acordado e estar sonhando, me encontrei em um quarto. Não havia nada que chamasse a atenção exceto por uma parede coberta de arquivos de gaveta com fichas. Eles eram como aqueles de biblioteca que listam os livros por autor ou assunto em ordem alfabética. Mas estes arquivos, que iam do chão ao teto e pareciam não ter fim em cada lado, tinham cabeçalhos muito diferentes. Ao me aproximar da parede de arquivos, o primeiro a me chamar a atenção foi um intitulado “Garotas de quem eu gostei.” Eu o abri e comecei a passar o olho nas fichas. Rapidamente eu fechei a gaveta, chocado pelo fato de reconhecer os nomes que estavam escritos em cada ficha.
E então sem ninguém me contar, eu soube exatamente onde estava. Este quarto sem vida com os seus pequenos arquivos era um sistema de catalogação da minha vida. Aqui estavam anota­das as ações de cada momento meu, grande ou pequeno, com um detalhe que a minha memória não poderia igualar.
Fui tomado por uma sensação de admiração e curiosida­de, acompanhada de horror, quando comecei a abrir arquivos aleatoriamente e explorar os seus conteúdos. Alguns me trou­xeram alegria e agradáveis memórias; outros uma sensação de vergonha e arrependimento tão intensa que até olhava por cima do ombro para ver se havia alguém observando. Um arquivo chamado “Amigos” estava ao lado de um marcado “Amigos a quem traí.”
Os títulos variavam de mundano até os mais esquisitos. “Livros que eu li,” “Mentiras que contei,” “Conforto que ofe­reci,” “Piadas de que eu ri.” Alguns eram até hilariantes na sua exatidão: “Coisas que gritei contra os meus irmãos.” De outros eu não pude rir: “Coisas que fiz movido pela raiva,” “Coisas que murmurei contra meus pais.” Eu sempre ficava surpreso pelo conteúdo. Frequentemente havia muito mais fichas do que eu esperava. Algumas vezes havia menos do que eu desejava. Fui esmagado pelo volume completo de vida que havia vivido. Haveria a possibilidade de eu ter tido o tempo nos meus vinte anos de escrever cada uma destas milhares, possivelmente milhões, de fichas? Mas cada ficha confirmava esta verdade. Cada uma delas estava escrita com a minha própria caligrafia. Cada uma assinada com a minha assinatura.
Quando eu abri o arquivo chamado “Canções que ouvi,” eu me dei conta de que os arquivos cresciam em profundidade para caber o seu conteúdo. As fichas estavam guardadas bem apertadas, e ainda assim ao final de dois ou três metros, ainda não tinha chegado ao fundo da gaveta. Eu a fechei, envergo­nhado, nem tanto pela qualidade da música, mas pela enorme quantidade de tempo que eu sabia que aquele arquivo repre­sentava.
Quando cheguei a um arquivo chamado “Pensamentos Impuros,” senti um frio correr pelo corpo. Abri o arquivo apenas uns dois centímetros, sem querer testar o seu tamanho. Arrepiei com o conteúdo detalhado. Me senti mal só de pensar em que um momento como aquele tinha sido registrado.
De repente senti uma raiva quase animal. Um pensamen­to dominava a minha mente: “Ninguém jamais deverá ver es­tas fichas! Ninguém jamais deverá ver este quarto! Tenho que destruí-las!” Com uma fúria insana puxei o arquivo para fora. O seu tamanho não importava agora. Eu tinha que esvaziá-lo e queimar as fichas. Mas ao pegar o arquivo numa ponta e batê-lo no chão, não consegui deslocar nenhuma ficha. Fiquei desesperado e tirei uma ficha, apenas para descobrir que ela era forte como o aço quando tentei rasgá-la.
Derrotado e absolutamente desamparado, guardei o arquivo no seu lugar. Apoiando a testa contra a parede, soltei um longo suspiro de autocomiseração. E então eu o vi. O título dizia: “Pessoas a quem compartilhei o evangelho.” O puxador estava mais brilhante que aqueles ao seu redor, mais novo, qua­se sem uso. Eu puxei a gaveta e saiu na minha mão uma pequena caixa de no máximo oito centímetros de comprimento. Eu podia contar as fichas em uma mão.
E então vieram as lágrimas. Comecei a chorar. Os solu­ços eram tão profundos que a dor começava no estômago e me sacudia todo. Caí de joelhos e chorei. Gritei sem constrangimento, por causa da esmagadora vergo­nha de tudo aquilo. As fileiras de gavetas dos arquivos giravam em meus olhos cheios de lágrimas. Ninguém jamais deveria saber deste quarto. Eu devia trancá-lo e esconder a chave.
Mas então, ao limpar as lágrimas, eu O vi. Não, por favor, Ele não. Não neste lugar. Ô, qualquer um, menos Jesus.
Eu assistia, sem poder fazer nada, enquanto ele come­çava a abrir os arquivos e ler as fichas. Eu não aguentava ver a Sua reação. E nos momentos em que consegui olhar na sua face, eu vi uma tristeza mais profunda do que a minha. Parecia que Ele intuitivamente ia para as piores caixas. Por que Ele tinha que ler cada uma delas?
Finalmente Ele se virou e me olhou lá do outro lado do quarto. Ele olhou para mim cheio de compaixão nos olhos. Mas esta era uma compaixão que não me deixou irado. Abaixei a cabeça, cobri o meu rosto com as mãos e comecei a chorar de novo. Ele se aproximou e colocou o Seu braço em volta de mim. Ele poderia ter dito tantas coisas. Mas não disse uma palavra. Apenas chorou co­migo.
Depois Ele se levantou e voltou para a parede de arquivos. Começando em uma ponta do quarto, ele tirou um arquivo e, de um em um, começou a assinar o Seu nome em cima do meu em cada cartão. “Não” eu gritei, correndo em sua direção. Tudo que con­segui dizer foi: “Não, não” enquanto tirava a ficha da sua mão. O nome Dele não deveria estar nestas fichas. Mas lá estava ele, escrito em vermelho tão rico, tão escuro, tão vivo. O nome de Jesus cobria o meu. Estava escrito com o Seu sangue.
Ele delicadamente pegou a ficha de volta. Ele sorriu um sorriso triste e continuou a assinar as fichas. Acho que jamais compreenderei como Ele o fez tão rapidamente, mas no próximo instante parecia que Ele fechava o último arquivo e voltava para o meu lado. Ele colocou a sua mão no meu ombro e disse: “Está consumado.” Me levantei, e Ele me guiou para fora do quarto. Não havia tranca na porta. Ainda havia fichas a serem preenchidas.
Para pecadores como você e eu, existe uma boa notícia: Cristo pagou a nossa dívida. Ele cobriu o nosso pecado com o Seu sangue; Ele se esqueceu do passado. A pureza começa hoje. “Portanto, deixemos de lado as obras das trevas e revistamo-nos da armadura da luz.” (Rm 13:12) Reconhecidamente alguns terão mais para deixar de lado do que outros - mais memórias, mais sofrimentos, mais desgosto. Mas o passado não precisa determinar o futuro. Nós temos escolhas neste momen­to sobre como viveremos. Será que vamos colocar o nosso co­ração em Deus e andar em Seus caminhos? “Comportemo-nos com decência,” continua a passagem de Romanos, “... não em orgias e bebedeiras... Pelo contrário, revistam-se do Senhor Je­sus Cristo e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da carne.” (Rm 13:13-14)
Nenhum de nós pode se apresentar diante de Deus completamente puro. Todos somos pecadores. Mas independente de quão imundos sejam os trapos da nossa violação, em um momento de verdadeira entrega, o coração voltado para Deus perde a sua impureza. Deus nos veste na retidão de Cristo. Ele não vê mais os nossos pecados, Ele transfere a pureza de Jesus para nós. Então se veja como Deus o vê - vestido de branco radiante, puro, justificado.
Talvez você tenha um momento específico na memória que continua a atormentá-lo, algo que faz com que não se sinta merecedor do amor e perdão de Deus. Não permita que o passado seja vencedor. Esqueça-o. Não fique revivendo aquele momento ou outros como aquele. Se você se arrependeu de todos aqueles comportamentos, Deus prometeu que não mais se lembraria deles (Hb 8:12) Siga em frente. Uma vida de pu­reza o aguarda.

E aí Princesas o que acharam desse texto...
É maravilhoso entender o que Cristo fez por nós, assumiu nossas culpas, nossas ofensas e nos deu vestes de pureza... Louvado seja Ele por isso...

Bom Princesas é isso...

Não deixem de comentar ok...

bjoO

Shalom Yeshua

Bruna Porto

Carta de Deus aos Solteiros